quinta-feira, 1 de maio de 2014

SOBRAL-CE: UM CORPO SEM VIDA É ENCONTRADO NA AVENIDA SENADOR ERMÍRIO DE MORAES




Nossa equipe de reportagem foi informada que hoje (30), por volta das 13h20, um corpo sem vida foi localizado na avenida Senador Ermírio de Moares, o corpo se encontrava dentro de uma pequena lagoa, nas proximidades do posto de combustível São Pedro. Informações dão conta que a vítima foi identificada como Antônio Raimundo Barbosa da Silva, catador de papelão e sucata; tem familiares no distrito de Jaibaras. A perícia foi acionada para realizar os procedimentos legais. As Polícias Civil e Militar estivaram no loca da ocorrência..

Texto: Sobral 24 horas
FOTOS: Jorge Alves

SOBRAL-CE / POLICIA MILITAR PRENDE INDIVIDUO QUE FURTOU CELULAR DENTRO DO BANCO DO NORDESTE


Policiais Militares realizaram a prisão em flagrante do indivíduo de nome Valter Feio do Couto, natural de Belém(PA), nascido aos 11/10/1981. O acusado foi preso após uma ação criminosa audaciosa, ou seja, ele furtou de dentro de uma agência bancário (Banco do Nordeste), um celular, o celular era de propriedade do gerente do banco. O meliante não teve muita sorte, pois a PM chegou rápido e conseguiu prender o larápio. Ele foi conduzido à Delegacia Municipal de Polícia Civil, onde foi autuado no Art. 155 e logo em seguida foi conduzido à Cadeia Pública Local.

Fotos Robens Dias




SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA DA POLICIA MILITAR DESARTICULA MAIS UMA BOCA DE FUMO NA CIDADE DE SOBRAL.


Hoje (30), por volta das 11h00, Policiais Militares realizam a prisão em flagrante de Antônia Diana Damasceno Costa, na rua Santa Clara, Conjunto Santo Antônio. O Serviço de Inteligência da PM efetuou a prisão da suspeita. Ela foi flagrada com 82 pedras de CRACK e 62 reais em dinheiro do tráfico. As drogas e a acusada foram conduzidos à Delegacia Municipal de Polícia Civil, para os procedimentos legais. 

Fotos Robens Dias.


HOMEM TRANSTORNADO ARRANCA O PRÓPRIO TESTÍCULO NO MEIO DA RUA.


Um fato chocou moradores do bairro Bela Vista, na cidade de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, na manhã desta terça-feira (29). Um homem, não identificado, sentou nu na calçada e demonstrando estar transtornado, decepou os próprios testículos. Populares assustados com a cena chamaram a Polícia Militar (PM), que socorreu o homem para o hospital da cidade.

De acordo com os policiais, o homem demonstrava estar sob efeito de algum tipo de droga. Não há informações sobre o seu estado de saúde.



Fonte: Bocão News

Foto: divulgação

BEBÊ ACHADO MORTO EM JUAZEIRO DO NORTE FOI ASFIXIADO, CONCLUI LAUDO DA POLÍCIA.


Um laudo da perícia forense concluiu que Francisco de Sousa, de um ano e cinco meses, foi morto por asfixia, e não por afogamento, como a Polícia Militar havia apontado inicialmente. Francisco Sousa foi assassinado no Bairro Cariré, em Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, em 22 de abril. O pai da vítima havia suspeitado de que a avó havia matado e o filho e a matou com um golpe de faca. Maria Elaí, de 44 anos, morreu cerca de duas horas após sofrer um golpe de faca no pescoço. A criança e a avó foram sepultadas juntas em 23 de abril, em Juazeiro do Norte.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo do bebê foi encontrado em uma poça próxima à casa da família. A avó da vítima informou ao pai sobre o acidente, alegando que a criança havia se afogado. Após o laudo constatar morte por asfixia, a polícia aponta avó do bebê, que foi morta logo depois, como autora do homicídio da criança.


O pai do bebê, suspeito de ter matado a avó da criança em seguida, está foragido. A polícia vai intimar o suspeito a prestar depoimento ainda nesta quarta-feira (30). "O autor desse homicídio [da avó do bebê] foi o pai da criança, genro da vítima, e esperamos que possamos interrogá-lo. Em não se apresentando, ele poderá ser preso preventivamente, já que se trata de um crime bárbaro", explica o delegado da Polícia Civil Eugênio Marcos dos Santos.



Fonte: G1CE

SUSPEITOS DE MAIS DE 20 HOMICÍDIOS SÃO CAPTURADOS NO BOM JARDIM.

Pirulito

Três homens, membros da gangue "Conexão Jamaica", do bairro Bom Jardim, foram presos em operação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. Juntos, os três são suspeitos do cometimento de mais de 20 homicídios naquela região. As investigações apontaram para o envolvimento de Antônio Arlindo da Silva Gomes, o 'Pirulito', Antônio José Felix de Sousa, conhecido como 'Zovinho', e Jairo César da Silva Oliveira, o 'Jairinho', como membros do grupo. Segundo a Polícia, eles realizavam assassinatos de membros de gangues rivais.

De acordo com o delegado Fábio Torres, "a prisão do grupo irá trazer um pouco de paz para a população daquela região". O trio foi preso após investigações apontarem os três como responsáveis pelo assassinado do adolescente Francisco Denilson Pereira dos Santos, em dezembro de 2012. O jovem seria membro de um grupo inimigo.


"O processo demorou em virtude da complexidade e da busca de provas. Além disso, foi um trabalho demorado pois a gangue usa da intimidação para evitar que as testemunhas façam reconhecimento e relatem na Delegacia os crimes que o grupo pratica", admitiu Torres.

A Polícia descobriu que 'Pirulito' também matava por aluguel. "Arlindo é investigado por cerca de 10 crimes de homicídio. O Antônio José é suspeito de cinco homicídios e o Jairinho é suspeito e indiciado por testemunhas de ter cometido sete homicídios. Todos eles matavam, ou juntos ou acompanhados de outros indivíduos da mesma gangue e possuem indícios de participação nestes crimes", disse o delegado.


Segundo Torres, a princípio não foi identificada ligação das mortes com o tráfico de drogas. São mortes por rixas, motivos fúteis, entre eles.

A Polícia Civil também efetuou a prisão de um homicida no bairro Maraponga. Paulo Cândido da Silva foi localizado pelos policiais durante diligências realizadas após o homem ter matado Antônio Sales Maciel, 54, na noite do último domingo (27).

O diretor adjunto da DHPP, Ricardo Romagnoli, destacou a agilidade da equipe em prender Paulo em flagrante. "O suspeito estava em uma bebedeira com a vítima, quando discutiram. Paulo saiu, armou-se de uma arma branca e foi até a casa da vítima. Após matar Antônio, furtou a bicicleta da vítima e a trocou por pedras de crack", explicou.

Após cometer o crime, Paulo se livrou da faca e da camisa que usava para tentar não ser identificado. Entretanto, a Polícia conseguiu chegar até ele e efetuar a prisão em flagrante.

"Ressaltamos que vem ocorrendo um número considerável de prisões em flagrante em crimes de homicídio pela DHPP, pela Polícia Militar (PM), e isso vai continuar acontecendo", frisou o diretor adjunto.



Levi de Freitas
Repórter
Fonte: DN

quarta-feira, 30 de abril de 2014

CASEIRO DE CORONEL MORTO DELATA IRMÃOS.


O caseiro Rogério Pires, que segundo a polícia confessou ter participado do crime que terminou com a morte do coronel reformado Paulo Malhães, denunciou seus dois irmãos como sendo os homens que invadiram, na última sexta-feira (25), o sítio do militar em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Malhães, que no mês passado contou à Comissão da Verdade que havia participado de sessões de tortura durante a ditadura, morreu enquanto o grupo estava em sua casa. No início da tarde de terça-feira (29), os irmãos do caseiro – identificados como Rodrigo Pires e Anderson Pires Teles – ainda eram procurados. Os três tiveram a prisão temporária decretada.

Segundo o delegado William Pena Júnior, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), os investigadores tentam descobrir quem é o quarto homem que participou do crime.

De acordo com o delegado assistente da DHBF, William Pena Júnior, Rogério Teles participou do crime dando informações, mas não teria planejado a ação.

"O caseiro foi a fonte de informações para que a ação toda pudesse acontecer, mas os irmãos dele foram os mentores", disse.

Prisão

Rogério foi preso nesta terça-feira. De acordo com a polícia, ele facilitou a ação dos bandidos que fizeram o militar e a mulher dele, Cristina Batista Malhães, reféns durante 13 horas.

Na segunda-feira (28), tanto Rogério quanto Cristina foram ouvidos pela polícia. Com base nos relatos, foi feito o retrato falado dos suspeitos.

Além do caseiro e da viúva, três filhos do coronel prestaram depoimento. Para elucidar o crime, a polícia busca imagens de câmeras de segurança da região para serem analisadas, segundo o delegado Marcus Maia, que cuida do caso.

Investigação

Para os policiais da DHBF, a principal linha de investigação continua sendo a de crime patrimonial, ou seja, motivado pela intenção de roubar pertences da casa do coronel. Apesar dessa tendência, a polícia não descarta a participação de outras pessoas, como mandantes ou ajudantes. O delegado titular da divisão, Pedro Medina, quer ouvir os outros suspeitos e localizar uma quarta pessoa que teria participado do assalto ao sítio do militar aposentado.
"O próximo passo é prender os outros irmãos do Rogério e ouvir os depoimentos. Temos ao longo dos 30 dias de investigação que fazer mais diligências para nos certificar de que foi de fato um latrocínio (roubo seguido de morte), mas essa é a versão que mais se encaixa no momento", apontou Medina.

Coronel morto

Os agentes da Polícia Civil contaram que a discrepância em relação ao posicionamento das vítimas no crime foi um dos indícios mais fortes para decretar a prisão temporária do caseiro.

"Em todos os depoimentos, ele se contradisse em relação ao posicionamento das vítimas durante o assalto. Essa foi uma das características mais fortes, já que as informações dadas por ele não batiam", disse o delegado titular.

Cachorro ajuda investigação

O comportamento de um cachorro que vigiava a casa de Malhães também foi um elemento que a polícia levou em consideração para prender o caseiro. "O cachorro é feroz, pudemos constatar isso, e foi estranho ele não ter reagido quando a casa foi invadida por criminosos", explicou Medina.

Após o laudo que vai identificar as circunstâncias que levaram à morte do coronel, a polícia vai poder reforçar a tese de latrocínio ou acreditar na possibilidade de uma morte natural. Segundo policiais da DHBF, no caso de a morte não ter sido causada por asfixia ou outra ação direta dos criminosos, o crime poderá ser classificado apenas como roubo.

Perfil do coronel

A polícia disse que, com os depoimentos, está traçando um perfil do coronel. "Estamos trabalhando para criar uma rotina da vida dele, de desafetos, vizinhos." Maia disse que, com o que a polícia colheu até agora, é possível dizer que Malhães era uma pessoa reclusa, até pelo local em que vivia. "É uma miscelânea. Há pessoas que falam que ele tinha um problema de relacionamento social, mas tem também quem disse que ele ajudava vizinhos a pagar dívidas e era um cara solícito", afirmou.

O delegado destacou que a linha de investigação da polícia ainda é latrocínio, vingança e queima de arquivo. "As coisas caminham para o latrocínio, mas essa não é a principal linha."

Segundo Maia, o laudo cadavérico vai ajudar a tirar dúvidas sobre a causa morte do coronel. "A gente quer ser preciso e técnico", disse.

Invasão ao sítio

De acordo com depoimento prestado pela viúva do coronel, pelo menos três homens – um deles com o rosto coberto – invadiram o sítio de Malhães na tarde de quinta-feira. A mulher disse que a invasão ocorreu por volta das 13h e que, até as 22h, ela e o caseiro foram mantidos reféns em cômodos separados. Os criminosos fugiram levando armas que o oficial colecionava e dois computadores.

O coronel foi encontrado morto depois que os invasores deixaram a propriedade.

Segundo o delegado Pena Júnior, a polícia desconhece informações que apontem para possíveis ameaças sofridas pelo coronel antes de ser encontrado morto.

Há cerca de um mês, Malhães havia admitido na Comissão Nacional da Verdade, em Brasília, que participou de torturas e desaparecimentos durante a ditadura militar, inclusive no caso do ex-deputado Rubens Paiva – que foi preso em 20 de janeiro de 1971 e é um dos 183 desaparecidos políticos com o paradeiro a ser investigado pela comissão.

A Comissão Nacional da Verdade foi criada pelo governo federal para examinar e esclarecer violações de direitos humanos praticadas durante o regime militar, que vigorou no país entre 1964 e 1985.

Em depoimento à comissão, Malhães disse que o corpo do ex-deputado foi jogado em um rio de Itaipava, na Região Serrana do Rio, por agentes da ditadura. Cerca de uma semana depois, em outro depoimento, ele negou o fato.



Fonte: G1